sexta-feira, agosto 04, 2006

 

Aprendendo a gastar


Acordei decidido e comprei o celular logo cedo. Achei o manual em português no site da Nokia de Portugal, mas ainda não precisei dele.
Ao meio dia liguei para o Fernando, outro iratiense que está aqui. Marcamos de nos encontrar as 1:30h no Spire. Como não o conhecia nem por fotografia, nos reconheceríamos pela cor da camiseta – ele estaria vestindo verde. Enquanto esperava por ele falei com várias pessoas que vestiam camiseta verde: um espanhol, um italiano e até um francês que também estava esperando outro Fernando.
Quando chegou, estava com outros brasileiros: o Adriano (que mora no mesmo apartamento), o Marco (gaúcho) e o Pedro (mineiro ou paulista). O Adriano já foi xingado numa entrevista de emprego porque mentiu que tinha inglês fluente. O Marco, assim como eu, está investigando as escolas de inglês. E o Pedro já fez amizade com a “piazada de moletom” da rua na qual ele mora – até encontrou alguns pelo centro enquanto andávamos.
Recebi dicas valiosas, como um lugar de onde se pode falar por €0,06 por minuto para o Brasil (5 Stars Internet Café) e outro onde a impressão custa €0,04 por página.
Fomos ao banco, ao correio e fizemos um lanche no SubWay. Ah! Também fomos ao mercado pra falar dos macetes de produtos mais baratos. Na saída, sem perceber, entrei na fila para o caixa de auto atendimento. Cheguei a pensar em mudar de fila quando percebi, mas resolvi encarar. Foi simples. Vendo as pessoas usando e seguindo as instruções da tela, passei um a um os itens pelo sensor e paguei sozinho. Já imaginaram isso no Brasil?
Durante a janta de hoje conheci uma argentina que está passando as férias pela Europa. Falamos em portunhol, pois nenhum de nós estava conseguindo se expressar em inglês.
Hoje a Pati consegui me ver pela webcam, mas não consegui vê-la. Foi rápido, pois ela estava saindo pra ir pra Pós, mas foi legal...
Choveu!

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